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COMEÇO NA F1: 1950
ANOS DE F1: 60 / Pontos: 4012,5
PROJETOR DO CARRO: Rory Byrne
DONO: Enzo Ferrari
PILOTOS ATUAIS Felipe Massa / Fernando Alonso

 

 

 

 

 

1970
1975

Enzo Ferrari fundou a Scuderia Ferrari em 1929 e em 1940 fundou a Auto Avio Construzioni Ferrari em sua anterior sede central da Scuderia Ferrari, para a fabricação de peças (ferramentas), daí o nome passou a se chamar Ferrari e desde então, passou a se dedicar na fabricação de carros. Ferrari obteu 14 títulos de pilotos e 19 títulos mundiais nos construtores.

Mais do que uma simples equipe de Fórmula 1, a Ferrari é uma verdadeira religião. Idolatrada em todo o mundo, seus torcedores (principalmente os italianos) são verdadeiros apaixonados e cada vitória da escuderia torna-se uma grande festa, onde quer que ela ocorra. A mítica rossa surgiu do trabalho do Comendador Enzo Ferrari, um ex-piloto que passou a administrador da Alfa Romeo.

Em 1950, no primeiro mundial de Fórmula 1, lá estava a Ferrari competindo contra sua irmã Alfa Romeu. A partir de então, a escuderia viveu diversas glórias os anos 50 e 60, conquistando neste período seis títulos de pilotos e dois de construtores. Mas quando as equipes de Fórmula 1 passaram a evoluir trabalhando em soluções aerodinâmicas, em meados dos anos 60, a escuderia ingressou num período de estagnação graças à filosofia de Enzo Ferrari, que insistia a importância do motor, tratando a construção do carro como uma preocupação secundária.

1987
1992

A equipe vinha muito mal durante o começo dos anos 70 e o Comendador ameaçou fechar suas portas, até que a Fiat a adquiriu no final de 1973. Juntamente com a Fiat chegou o jovem Luca di Montezemolo, escalado como diretor esportivo, mas Enzo Ferrari permaneceu como presidente.

Em 1982, a equipe construiu o melhor carro da temporada e poderia ter facilmente monopolizado o campeonato, não fossem duas fatalidades. Nos treinos para o GP da Bélgica, faleceu Gilles Villeneuve. Três meses depois, seu companheiro, Didier Pironi, líder do campeonato, fraturou as pernas nos treinos para o GP da Alemanha e nunca mais voltou a correr, restando como único consolo o seu sétimo campeonato de construtores, título que se repetiria ainda no ano seguinte.

Daí para frente, mais uma crise técnica e alguns anos sem vitórias, até que a contratação de John Barnard, o projetista responsável pelos grandes McLaren campeões com Alain Prost e Niki Lauda, foi chamado para resolver o problema. Bons carros foram construídos e Gerhard Berger recolocou a equipe entre as vitoriosas em 1987.

Em 1989, a Ferrari cria o câmbio semi-automático e contrata Alain Prost no final da temporada, pensando em finalmente reconquistar o título mundial em 1990.

Mas nem tudo saiu como previsto. Apesar da excelente dupla de pilotos, Alain Prost e Nigel Mansell, problemas de comando perturbaram o ambiente no time italiano. Prost forçava um tratamento de primeiro piloto, Mansell não aceitava Cesare Fiorio, diretor esportivo. Os pilotos passaram a se tratar mal e o inglês decidiu atrapalhar deliberadamente seu companheiro na largada do GP de Portugal, prensando-o contra o muro.

Outras crisea técnicaa se seguiram nesse período, até que Luca di Montezemolo foi chamado de volta em 1992, desta vez assumindo a presidência da escuderia. Uma reestuturação teve início em 1993, com a contratação do diretor esportivo Jean Todt, campeão de marcas com a Peugeot.

Em 1994, Gerhard Berger encerrou um período de três anos sem vitórias com um grande desempenho no GP da Alemanha, e desde então o crescimento da equipe tem sido constante.

Em 1996, o alemão Michael Schumacher foi recrutado para trazer de volta o título de pilotos, apesar de ter chegado bem perto. chegou a decidir os títulos de 1997 e 1998 na última corrida, mas saiu derrotado por falhas pessoais. Em 1999, fraturou a perna direita num acidente no GP da Inglaterra e ficou de fora da luta pelo título, tarefa que recaiu sobre o segundo piloto, Eddie Irvine. O irlandês chegou brigando com Hakkinen até a última corrida, mas também falhou.

2001

2002

2005
2007

Novamente, assim como em 1982, o consolo foi o título de construtores. Desgastado com a equipe, Irvine deixou a Ferrari em 2000 e foi substituído pelo brasileiro Rubens Barrichello, que agora juntamente com Schumacher trouxe finalmente o título de piloto para a Scuderia.

Desde então, Schumacher e Ferrari, fizeram uma dupla 100% vitoriosa, conquistando tetra, o penta e hexa em 2001, 2002, 2003e 2004 Ferrari ganhou mais 4 títulos de construtores.

Em 2005 a equipe teve um dos piores desempenhos dos últimos anos. Em 2006 Rubens foi substituído por Felipe. A equipe conquistou o mundial de construtores mas Schumacher foi superado por Alonso em duas corridas que o alemão deixou "passar entre os dedos".

Já em 2007 o alemão se aposentou e a equipe contratou o finlandês Kimi Raikkonen que conquistou o título de pilotos. A equipe também conquistou o título de construtores com facilidade, visto que sua principal rival, McLaren, foi desclassificada por espionagem.

A Ferrari tinha tudo para ser campeã em 2008 com Felipe Massa, mas sucessiveis erros de estratégias e erros de mecânicos tirou o título do brasileiro. Mesmo assim, por pouco Massa não foi campeão no GP Brasil. Mesmo assim, foi campeã nos construtores. Dominou o início da temporada.

Em 2009, Ferrari conseguiu um desempenho nas pistas muito abaixo do esperado. Mesmo que Kimi, tenha vencido uma corrida, no geral a equipe foi mal.

Desde o GP da Inglaterra, a equipe começou a se recuperar com um pódio de Felipe, no entanto, o piloto sofreu um grave acidente na classificação para o GP da Húngria e não pode mais correr. Michael Schumacher quase voltou a correr para substituir o seu colega, no entanto não deu para este veterano piloto e os substitutos de Felipe Massa, Luca de Badoer e Gian Carlo Fisichella, fizeram muito feio. Assim, a equipe passou a depender exclusivamente de Kimi. Portanto, a Ferrari completou o campeonato, num amargo quarto lugar!

1993 1998 2000 2008
 
2009