![]() |
Grande Prêmio de Itália |

| Data da Corrida | 11 de setembro |
| Nome do Circuito | Autodromo Nazionale di Monza - Parco Monza |
| Ano que entrou no calendário da F1 | 1950 |
| Quantidade de voltas | 53 |
| Tamanho do circuito | 5,713 km |
| Distância da Corrida | 306,720 km |
| Record da pista | 1:21.046 - R Barrichello |
| Record de poles | A Fangio/A. Senna 5 |
| Record de Pódios | M. Schumacher 8 |
| Record de vitórias | M. Schumacher 5 |
| Record de pontos | Schumacher, com 74 |
| Pos. | Piloto | Equipe | Pos. | Piloto | Equipe |
| 1 | Fernando Alonso | Ferrari | 13 | Vitaly Petrov | Renault |
| 2 | Jenson Button | McLaren | 14 | Pedro de la Rosa | BMW Sauber |
| 3 | Felipe Massa | Ferrari | 15 | Jaime Alguersuari | Toro Rosso |
| 4 | Sebastian Vettel | Red Bull | 16 | Adrian Sutil | Force India |
| 5 | Nico Rosberg | Mercedes GP | 17 | Timo Glock | Virgin |
| 6 | Mark Webber | Red Bull | 18 | Heikki Kovalainen | Lotus |
| 7 | Nico Hulkenberg | Williams | 19 | Sakon Yamamoto | Hispania |
| 8 | Robert Kubica | Renault | 20 | Lucas di Grassi | Virgin |
| 9 | Michael Schumacher | Mercedes Gp | ret. | Jarno Trulli | Lotus |
| 10 | Rubens Barrichello | Williams | ret. | Bruno Senna | Hispania |
| 11 | Sebastien Buemi | Toro Rosso | ret. | Lewis Hamilton | McLaren |
| 12 | Vitantonio Liuzzi | Force India | ret. | Kamui Kobayashi | BMW Sauber |
|
||||
![]() |
![]() |
![]() |
![]() |
![]() |
![]() |
![]() |
![]() |
![]() |
![]() |
![]() |
![]() |
![]() |
![]() |
![]() |
![]() |
![]() |
GP de Monza é o circuito onde teve mais participação no calendário da F1.
Para os mais aficionados, este circuito é um templo do automobilismo, assim como Mônaco, Silverstone e Indianápolis.
O circuito Autodromo Nazionale di Monza foi construído em 1922. Originalmente, havia um perigoso e traiçoeiro circuito oval dentro do traçado.
Devido aos altos índices de acidentes e os carros cada vez mais velozes, a partir dos anos 70, este trecho do circuito foi sendo abandonado gradativamente até que por fim ele nunca mais foi usado.
A maioria dos pilotos e torcedores gostam deste circuito, visto que ele é caracterizado por longas retas com vários pontos de ultrapassagens.
Desde 1947, este circuito é usado interruptamente em corridas, mas oficialmente pela Formula 1, em 1950. Apenas em 1980 o GP da Itália foi realizado em Imola.
Nos últimos anos, ouve algumas pequenas modificações no circuito.
Em 1972, Emerson Fittipaldi, após um final de semana o qual tudo que dava para dar errado aconteceu, ele alcançou a vitória e se consagrou campeão daquela temporada.
Em 1979, Jody Scheckter após largar em 3º, venceu a corrida e se tornou campeão da temporada. Enquanto isso, Emerson Fittipaldi mesmo tendo problemas, com a equipe que levava seu nome, largou em 13º, teve problemas na largada e mesmo assim fez uma prova de recuperação e alcançou um excelente 7º lugar.
Em 1983, Piquet disputava o título contra Prost e Arnoux. Patrese foi quem conseguiu a pole, mas nas voltas iniciais, Patrese teve problemas e contando com o abandono também de Prost, venceu a corrida e se aproximou ainda mais ao título de campeão.
Em 1987, "em Monza [Nelson Piquet] confirmou o bom momento conseguindo a pole. Mansell foi o 2º e Senna saiu em 3º com a Lotus.
Na corrida, Mansell tomou a liderança, mas um erro numa troca de marchas fez com que perdesse a posição para Piquet. Após as trocas de pneus de quase todos os pilotos, Senna aparecia na liderança apostando numa tática de não parar para troca de compostos. Pelo visto a estratégia de Senna daria certo, "mas a poucas voltas do fim ele errou a freada da Parabólica", ao tentar ultrapassar um retardatário e "viu a liderança cair no colo de Piquet, que venceu pela última vez naquele ano."
Nos anos seguintes, Senna continuara a ter problemas em Monza. "Em 1988, ele encontrou Jean-Louis Schlesser e viu outro triunfo dar adeus perto da chegada. - Amigos da Velocidade
Em 1989, a duas voltas da chegada o motor abriu o bico mais uma vez na Parabólica". Isso rendeu uma "vitória de mãos beijadas" para seu rival, Alain Prost.
Depois de tantos problemas, finalmente em 1990 ele venceu, "não dando chance à Alain Prost e Gerhard Berger, que completaram o pódio." - Amigos da Velocidade
Em 1992, a Williams era a única favorita para a vitória. Porém Nigel Mansell teve problemas e tudo indicava que Ricardo Patrese seria o vencedor, mas na parte final da corrida, este também teve problemas e Ayrton Senna conquistou mais uma vitória em Monza.
Em 1995, Damon Hill jogou sua corrida fora ao tentar fazer uma ultrapassagem sem cabimento em Schumacher, enquanto abriam passagem em um retardatário. Houve uma pequena colisão e ambos abandonaram a corrida.
Em 2000, a vitória de Schumacher igualou ao record de 41 vitórias de Ayrton Senna.
Em 2003 o GP ficou marcado pela disputa entre Montoya e Schumacher, o qual Montoya fez de tudo para alcançar Shummy, mas, seus esforços foram em vão e foi preciso se conformar com o segundo lugar, vitória que só foi conquistada em 2005 correndo pela McLaren.
Em 2007, o grande destaque ficou mais uma vez com Lewis Hamilton, na bela ultrapassagem que fez em Raikkonen, na freada no fim da reta dos boxes.
Em 2008, a corrida foi marcada pela incrível vitória do novato Sebastian Vettel que largou na pole position e venceu a corrida debaixo de muita chuva. A pole que ele conquistou também foi debaixo de muita chuva.
Com essa vitória o jovem alemão, se tornou o piloto mais novo a conquistar uma vitória na categoria.
Em 2009, Rubens Barrichello realizou uma excelente vitória que uniu talento, determinação e uma boa estratégia da equipe.
Em 2010, Fernando Alonso venceu a corrida e igualou o número de 25 vitória de Nelson Piquet.
Muitos acidentes também marcaram a história do GP de Monza, entre eles, o acidente de Rony Paterson que morreu em 1978.
Neste GP, a F1 estava estreando o sistema usado atualmente, com luzes, no procedimento de largada. O diretor de prova se atrapalhou e mesmo antes dos carros se posicionarem corretamente no grid, a luz verde foi acionada, confundindo os pilotos. Ronnie havia largado em 5º. Devido a essa confusão, os carros de trás do grid estavam mais rápidos e ficaram muito próximos dos da frente, ao fim da reta. Pelo menos 11 carros se tocaram e um destes toques lançou o carro de Peterson direto ao muro. Após a violenta batida o carro pegou fogo. Ele foi levado para o hospital com vida, mas após uma cirurgia ele sofreu uma embolia devido a resíduos de tecido que ficaram na sua corrente sanguínea, entrou em coma e faleceu no dia seguinte.
Em 1990 Darik Warwick bateu violentamente na saída da parabólica. Ao bater no muro, seu carro ricocheteou de volta para a pista e por pouco os carros que vinham atrás não bateram nele.
Em 1993, na parte final da corrida, os dois carros da Minardi, Pierluigi Martini e Christian Fittipaldi, se tocaram. O carro de Fittipaldi decolou, deu uma pirueta de 360º e caiu de volta a pista. Felizmente o carro caiu de volta à pista na posição certa, e nada mais grave aconteceu com o Fittipaldi.
Em 2000, na 1ª volta, Jarno Trulli atropelou o carro de Couthard e estes atropelaram os carros a frente, num acidente que envolveu vários carros, inclusive Rubens Barrichello. Por pouco o Rubens não foi atingido em cheio pelo carro de Pedro de la Rosa, que vinha capotando. O carro de Pedro ficou completamente destruído. Para a felicidade de todos os pilotos envolvidos, nada de mais grave aconteceu com eles. Contudo, um dos destroços do acidente atingiu um dos fiscais. O ferimento resultou em sua morte.
Você poderá obter maiores informações sobre a compra de ingressos, hotéis, geografia, história da cidade e programação do Grande Prêmio, ou no site oficial da Formula 1 ou no site oficial do Grande Prêmio da Itália de Formula 1.
Você também poderá conhecer um pouco melhor o traçado do circuito na nossa nova volta virtual.
Veja também uma volta especial virtual no antigo circuito!