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Como nunca antes, desde 1950, a performance dos carros de Formula 1, aumentou incrivelmente. Méritos para isso é a nova tecnologia e o novo material, derivados da indústria da aeronautica, o que resultou em carros mais velozes, mais aderentes e freios mais eficientes.
Consequentemente, no decorrer dos anos, houve uma melhora na resistência contra impacto, pois havia uma vulnerabilidade dos carros em caso de acidentes. Todavia, acidentes fatais, como do austríaco Roland Ratzenberger e de Ayrton Senna em 1994 e o sério acidente de Karl Wendliger, também neste ano, volta-se para cruel realidade: progresso malicioso no campo da segurança, pois, Formula 1 é um esporte extremamente perigoso.
Em consequência disso, resultou-se em uma revolução nas regras. De fato, tubos mais resistentes, aumentam a segurança dos pilotos. A segurança tornou-se uma obsessão para a Associação de Pilotos e para a FIA.
Em anos recentes, passou-se a utilizar nos carros, fibra de carbono, que é um material mais resistente e mais leve que o aço, aumentando a performasse e a segurança. O cockpit, passou-se a ser uma "célula de sobrevivência", no qual é a única parte do carro que não se despedassa além de ter sido projetada para resisitir impactos acima de 300 km/h.
Essa técnologia mostrou ser muito eficiente quando Robert Kubica sofreu um violento acidente durante o Gp do Canadá, 2007, onde sua BMW decolou da pista e se chocou diversas vezes nos muros de proteção. No dia seguinte ele estava pronto para uma nova corrida, pois ele saiu praticamente ileso do acidente.
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| A fatal batida de Senna em Imola 1994 . Um dia antes, Ratzenberger havia morrido no circuito. |
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| Martin Brundle na Austrália em 1996 |
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| Olivier Panis em 1997 |
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| Gp da Alemanha - 2001 |
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| Robert Kubica 2007. Este, era considerado o mais violento desde a batida de Roland Ratzenberger em 1994 |
Quando piloto perde o controle do carro, é de preferência colocar obstáculos laterais, para conter a violência do impacto.
Barreiras de pneus, por exemplo, faz com que a energia se absorva com mais eficiência, em caso de batidas traseiras.
No caso de batidas frontais foram feitas dobras para cima, acima da perna do piloto e através de seu assento. Durante o GP da França de 1987, Mauricio Gugelmin, teve pouco tempo para pensar, quando ele decolou e começou a rodar no ar. O piloto brasileiro felizmente escapou desse terrível acidente, ainda conseguindo voltar para corrida na re-largada.
Em 1995, na sessão classificatória, no GP Austrália, Mika Hakkinen, sofreu uma séria batida. Muitos acreditaram que ele havia morrido, mas felizmente ele se recuperou.
Em 1997, Olivier Panis e Jaques Villeneuve, sofreram acidentes mais sérios, no Canadá e outro na Bélgica.
Em 1998 no GP da Bélgica, de baixo de um aguaceiro, David Couthard, da McLaren, depois da primeira curva, perdeu o controle do carro, fazendo com que outros 19 pilotos batessem -- foi o acidente de maior proporção que houve na Formula 1, porém, sem sérias consequências. Isso porque, aconteceu na largada na hora que os carros estavam todos juntos.
Schumacher em 1999 no GP da Inglaterra, após ter passado reto numa curva, bateu contra a proteção de pneus fraturando a perna. Ficou meses fora das pistas.
Citamos alguns exemplos de acidentes mais graves e outros de grandes proporções, pois a lista de acidentes é imensa.
Muitos dos pilotos envolvidos tiveram a felicidade de não ter sido fatal. Portanto, nunca mais ouve acidentes fatais. A administradora da Formula 1, pode criar regras que tornaram as corridas muito mais seguras do que em qualquer outra parte da história. Tomara que não aconteça, mas isso poderá ocorrer em qualquer corrida futura.
Em 2009, ocorreu um dos acidentes mais graves desde Ayrton Senna, no GP da Húngria, quando a peça de um outro carro, atingiu o capacete de Felipe, durante a Classificação. Ele sobreviveu, mas não pôde mais disputar o mundial daquele ano.
Na sessão de Download de vídeos em nosso site, você poderá assistir vários clipes que expõe vários acidentes entre 1990 a 2000 na F1.